Ousadia.
"Ousadia: atrevimento; coragem; audácia. Eu prefiro a ousadia!
Eu adoro pessoas, que eu conheço, que ainda vou conhecer, e isso é inegável.
Adoro pessoas no mais complexo dos sentidos: carne, osso, coração e sentimentos. E, não consigo nem fingir (ou pelo menos disfarçar) a minha preferência pelas ousadas (esforçadas e corajosas). Eu gosto de gente que fala que odeia, que grita que ama, que mostra o que sente, que esconde o que deve, que erra e assume, que fala o que pensa, que pensa no que fala, que acerta e solta um agradecimento aos elogios (simplesmente porque sabe que os merece) ao invés do decepcionante “imagina, não foi nada!”. De gente que vive! De gente que ousa. Eu admiro as pessoas intensas, aquelas que se destacam da maioria (afinal, ser mais um na multidão não tem a menor graça!), que chamam a atenção sem a menor intenção. Que brilham por si só. Pessoas que choram quando é incontrolável, que riem quando a barriga coça, que gritam quando pisam no seu pé, que xigam (mesmo que em pensamentos...ou não) a pessoa ordinária que acabou com o seu dia, que saem preparadas para o mundo, e até as que ficam em casa por medo dele, porque ainda sim ousam! Ousam em renunciar tudo o aquilo que ele proporciona. Eu gosto de quem dá a cara pra bater (não literalmente! é lógico), que está aí, pra gostarem ou não, que sai de casa com a roupa que quer, com o decote que quer, com saia, com a calça, com bota, com sandália, com o tênis, com o boné que quer. Só porque quer, não porque querem que ele queira. Eu amo daqueles que são profundos. Profundos nas atitudes, nas idéias, nos sentimentos, nos planos, no dia-a-dia. Profundo! Desde o decote até a redação. Eu prefiro esses que vivem o hoje, que sentem hoje, que choram hoje, que amam hoje, que não pensam no amanhã e que esquecem do ontem. De gente que vive na mesma época que eu, hoje!
Eu prefiro as pessoas. As ousadas ou não, porque eu também gosto das diferenças."
Eu adoro pessoas, que eu conheço, que ainda vou conhecer, e isso é inegável.
Adoro pessoas no mais complexo dos sentidos: carne, osso, coração e sentimentos. E, não consigo nem fingir (ou pelo menos disfarçar) a minha preferência pelas ousadas (esforçadas e corajosas). Eu gosto de gente que fala que odeia, que grita que ama, que mostra o que sente, que esconde o que deve, que erra e assume, que fala o que pensa, que pensa no que fala, que acerta e solta um agradecimento aos elogios (simplesmente porque sabe que os merece) ao invés do decepcionante “imagina, não foi nada!”. De gente que vive! De gente que ousa. Eu admiro as pessoas intensas, aquelas que se destacam da maioria (afinal, ser mais um na multidão não tem a menor graça!), que chamam a atenção sem a menor intenção. Que brilham por si só. Pessoas que choram quando é incontrolável, que riem quando a barriga coça, que gritam quando pisam no seu pé, que xigam (mesmo que em pensamentos...ou não) a pessoa ordinária que acabou com o seu dia, que saem preparadas para o mundo, e até as que ficam em casa por medo dele, porque ainda sim ousam! Ousam em renunciar tudo o aquilo que ele proporciona. Eu gosto de quem dá a cara pra bater (não literalmente! é lógico), que está aí, pra gostarem ou não, que sai de casa com a roupa que quer, com o decote que quer, com saia, com a calça, com bota, com sandália, com o tênis, com o boné que quer. Só porque quer, não porque querem que ele queira. Eu amo daqueles que são profundos. Profundos nas atitudes, nas idéias, nos sentimentos, nos planos, no dia-a-dia. Profundo! Desde o decote até a redação. Eu prefiro esses que vivem o hoje, que sentem hoje, que choram hoje, que amam hoje, que não pensam no amanhã e que esquecem do ontem. De gente que vive na mesma época que eu, hoje!
Eu prefiro as pessoas. As ousadas ou não, porque eu também gosto das diferenças."
Comentários
Postar um comentário