Ponho-me frente a real condição humana, nossa finitude e nossa impotência àquilo que sentimos e de repente, nos invade. Ponho-me frente aos meus erros, deslizes e contradições. Ponho-me de frente porque quero enxergar, conhecer, descobrir ou me perder. De frente me igualo, me absorvo no que vejo, enfrento. Da vida quero isso mesmo, o que ela puder me oferecer. E se eu sobreviver ao tormento, que eu saiba como contar o resultado do enfrentamento, do mundo que reside em mim.
Joice Buzzi
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