meu erro
[…] Repara um pouquinho nesta,
no queixo, no olhar, no gesto,
e na consciência profunda
e na graça menineira,
e dize, depois de tudo,
se não é, entre meus erros,
uma imprevista verdade.
Esta é minha explicação,
meu verso melhor ou único,
meu tudo enchendo meu nada. […]
Carlos Drummond de Andrade; pequeno fragmento do belíssimo poema “A Mesa” (fragmento em que refere-se à sua filha)
no queixo, no olhar, no gesto,
e na consciência profunda
e na graça menineira,
e dize, depois de tudo,
se não é, entre meus erros,
uma imprevista verdade.
Esta é minha explicação,
meu verso melhor ou único,
meu tudo enchendo meu nada. […]
Carlos Drummond de Andrade; pequeno fragmento do belíssimo poema “A Mesa” (fragmento em que refere-se à sua filha)
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