A arma: o voto.
Assunto sério: compra de votos.
A compra de votos ainda é uma realidade nas eleições brasileiras, mesmo sendo uma lei já vigorada na constituição. O voto é o único instrumento de melhoria de vida que possui o cidadão, quando usado de forma consciente, mas quando é vendido, transforma-se na chave que abre as portas do dinheiro público para os políticos corruptos.
A falta de uma educação sólida leva o eleitor a vender seu voto, por isso pouco se investe em educação, os políticos estão mais preocupados em como desviar o dinheiro público sem ser descoberto, do que investir em áreas sociais que tanto carece o Brasil. O eleitor tem uma arma nas mãos capaz de acabar com a corrupção, o voto, entretanto poucos têm consciência de tal poder. Por várias décadas durante a república velha no Brasil houve o voto de cabresto, que fazia com que políticos abusassem de sua autoridade obrigando os cidadãos a votarem neles, e o que o individuo ganhava em troca era o direito de continuar vivo. Hoje o sistema evoluiu, ganha-se mais que a própria vida na venda de voto, mas perde-se muito mais na moralidade, que provavelmente é mais importante que tijolos ou qualquer regalia.
Quem vende seu voto, esta vendendo o direito de ser cidadão, não se costuma dar a chave de sua casa ao ladrão, por que então entregar a chave do Brasil nas mãos de um político corrupto?
O primeiro juiz da eleição é o próprio eleitor. O que se espera dele é que aprenda que voto não tem preço, tem consequências e que voto vendido é consciência perdida.
A compra de votos ainda é uma realidade nas eleições brasileiras, mesmo sendo uma lei já vigorada na constituição. O voto é o único instrumento de melhoria de vida que possui o cidadão, quando usado de forma consciente, mas quando é vendido, transforma-se na chave que abre as portas do dinheiro público para os políticos corruptos.
A falta de uma educação sólida leva o eleitor a vender seu voto, por isso pouco se investe em educação, os políticos estão mais preocupados em como desviar o dinheiro público sem ser descoberto, do que investir em áreas sociais que tanto carece o Brasil. O eleitor tem uma arma nas mãos capaz de acabar com a corrupção, o voto, entretanto poucos têm consciência de tal poder. Por várias décadas durante a república velha no Brasil houve o voto de cabresto, que fazia com que políticos abusassem de sua autoridade obrigando os cidadãos a votarem neles, e o que o individuo ganhava em troca era o direito de continuar vivo. Hoje o sistema evoluiu, ganha-se mais que a própria vida na venda de voto, mas perde-se muito mais na moralidade, que provavelmente é mais importante que tijolos ou qualquer regalia.
Quem vende seu voto, esta vendendo o direito de ser cidadão, não se costuma dar a chave de sua casa ao ladrão, por que então entregar a chave do Brasil nas mãos de um político corrupto?
O primeiro juiz da eleição é o próprio eleitor. O que se espera dele é que aprenda que voto não tem preço, tem consequências e que voto vendido é consciência perdida.
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